Ciclo de trabalho de fontes para soldagem (por Ricardo Mouta)
Vamos falar sobre o ciclo de trabalho ou fator de trabalho de fontes para soldagem. É um tema que deveria fazer parte dos conhecimentos básicos, mas de fato não é o que ocorre.
O ciclo de trabalho pode ser definido como o tempo no qual o equipamento suporta trabalhar em uma determinada intensidade de corrente sem que a fonte sofra sobrecarga. Por exemplo: uma fonte hipotética trabalha a 100A em 60% do tempo, esta declaração pode ser lida da seguinte maneira: em um período de 10 minutos tal máquina poderá trabalhar em 100A durante 6,0 minutos.
No catálogo dos fabricantes tal informação costuma assumir a seguinte configuração: 100A@60%, contudo, não necessariamente tal informação se traduz em conhecimento, principalmente para os colegas do nível operacional.
Deste fato decorrem muitos incovenientes, como p. ex: máquinas subdimensionadas, as quais se projetam em gargalos; máquinas superdimensionadas(= investimentos inapropriados) e até mesmo em conflitos comerciais e talvez na perda definitiva do cliente para o fabricante/ distribuidor.
Cabe ao profissional de vendas elucidar tal ponto junto ao cliente e aos colegas dos dept. de compras e de engenharia disseminarem as informações (ou melhor: conhecimento) entre os soldadores e operadores.
Viva a solda!!!
2 respostas para “ Ciclo de trabalho de fontes para soldagem (por Ricardo Mouta) ”
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Bom!!!eu achei muito interesante essa matéria que fala sobre o ciclo de trabalho,gostaria que me enviasse gráficos também,para que pudesse assimilar bem o estudo sobre o mesmo…
Valeu!É isso aí professor!Aqui é o Jony Gochomoto participando. Te vejo no Senai a partir do dia 18. Um grande abraço e Viva a Solda!!!