Arquivo de Junho de 2009
Soldando com o lado direito do cérebro (por Ricardo Mouta)
Estou lendo uma obra intitulada de “Desenhando com o Lado Direito do Cérebro” da educadora norte-americana Betty Edwards. O livro parte do pressuposto de que é possível a qualquer pessoa que tenha uma caligrafia legível desenvolver a habilidade de desenhar, desde que o aspirante a desenhista receba o treinamento apropriado.
Segundo a autora, isto é possível através do “acesso” ao lado direito do cérebro, aquele ligado às atividades relacionadas às artes e algumas modalidades esportivas em contrapartida ao lado esquerdo, dominante e mais “racional”.
Conversei de forma mais enfática sobre isto com meus alunos da turma de sábado e o retorno deles foi de que tal pressuposto também é válido para o desenvolvimento da habilidade de soldar, uma atividade que exige concentração, coordenação motora e senso espacial. Entre nós…eu também desconfio da existência desta relação.
Logicamente, que a soldagem é um ramo das engenharias e como tal tem o seu viés analítico, computacional (no sentido de medir e controlar variáveis), entretanto, talvez a abordagem acima auxilie os profissionais inbuídos de treinarem soldadores ou futuros soldadores, a um nível superior de sucesso.
Viva a solda!!!
Sem comentários »Blog sobre END (por Ricardo Mouta)
Através do contato feito pelo Leonardo com o Infosolda, soubemos da existência do blog sobre END mantido pelo mesmo, por se tratar de uma área de extrema importância para à soldagem, segue o link do blog dos END: www.blogdosend.blogspot.com
Viva a solda!!! E aos END!!!
Ciclo de trabalho de fontes para soldagem (por Ricardo Mouta)
Vamos falar sobre o ciclo de trabalho ou fator de trabalho de fontes para soldagem. É um tema que deveria fazer parte dos conhecimentos básicos, mas de fato não é o que ocorre.
O ciclo de trabalho pode ser definido como o tempo no qual o equipamento suporta trabalhar em uma determinada intensidade de corrente sem que a fonte sofra sobrecarga. Por exemplo: uma fonte hipotética trabalha a 100A em 60% do tempo, esta declaração pode ser lida da seguinte maneira: em um período de 10 minutos tal máquina poderá trabalhar em 100A durante 6,0 minutos.
No catálogo dos fabricantes tal informação costuma assumir a seguinte configuração: 100A@60%, contudo, não necessariamente tal informação se traduz em conhecimento, principalmente para os colegas do nível operacional.
Deste fato decorrem muitos incovenientes, como p. ex: máquinas subdimensionadas, as quais se projetam em gargalos; máquinas superdimensionadas(= investimentos inapropriados) e até mesmo em conflitos comerciais e talvez na perda definitiva do cliente para o fabricante/ distribuidor.
Cabe ao profissional de vendas elucidar tal ponto junto ao cliente e aos colegas dos dept. de compras e de engenharia disseminarem as informações (ou melhor: conhecimento) entre os soldadores e operadores.
Viva a solda!!!
2 comentários »Solda & TI (por Ricardo Mouta)
Finalmente concluí o curso relacionado à TI e recebi de volta o tempo necessário para atualizar o nosso blog com a frequência minimamente digna. A experiência (de participar do curso) foi extremamente enriquecedora, muito embora, no primeiro momento possam parecer searas distintas.
O impacto da tecnologia da informação em outras áreas do conhecimento já é um fato. Em um segmento tradicional como o metal-mecânico, isto há muito já é percebido no “chão de fábrica” através de fontes de soldagem programáveis e aplicações robotizadas.
Contudo, até onde o advento dos dispositivos móveis cada vez mais poderosos, das redes de relacionamentos, dos blogs, fóruns e das inúmeras outras possibilidades existentes e que passarão a existir transformarão o modo de trabalhar e de fazer negócios que conhecemos?
Quem tem a resposta?
Viva a solda!!!
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